De salada a iogurte, máquina vende ‘fast-food saudável’ em Porto Alegre

Consumidor coloca dinheiro e pode comprar alimentos frescos.
Dupla de sócios serve refeições e lanches como barrinhas de cereal.

Manter uma alimentação saudável em meio aos compromissos do dia a dia foi o que motivou dois sócios a criarem um negócio inovador em Porto Alegre. As tão conhecidas máquinas “self-service” de salgadinhos e refrigerantes, que jogam os alimentos e bebidas assim que o consumidor coloca o dinheiro, são agora usadas para entregar saladas, frutas, iogurtes, barrinhas de cereal e outros lanches. Tudo feito no dia, minimamente processado ou in natura.

Por enquanto, os sócios Marcus Pimentel, de 37 anos, e Ranieri Monteiro, de 25, têm apenas uma máquina. Ela fica em um shopping do Centro da capital gaúcha. Mas a receptividade do público foi tão boa que os dois já pensam em ampliar o projeto. Diariamente, por volta de 8h, eles a abastecem com uma média de 50 a 60 produtos.

A ideia da Hype Food é simples. A pessoa coloca o dinheiro, escolhe o que deseja comer e já pode saborear o produto (veja o vídeo acima). A máquina foi projetada por eles e, agora, consegue até dar troco em dinheiro. A questão mecânica não foi fácil. Os dois debruçaram-se durante meses sobre os papeis para fazer com que as molas conseguissem comportar os potes com os alimentos. O aparelho é italiano, mas as peças acabaram fornecidas por uma empresa gaúcha.

O carro-chefe da empresa são as saladas, chamadas de refeições pela dupla de empreendedores. Para montar o cardápio e garantir uma refeição balanceada, uma nutricionista foi contratada. As saladas podem levar frango, atum ou vir sem carne. O molho vem junto e basta que o consumidor mexa tudo para estar pronta para consumo.

Máquina de self service contém saladas e lanches (Foto: Divulgação/Hype Food)

Máquina de self-service contém saladas e lanches (Foto: Divulgação/Hype Food)

“Queremos a praticidade. Nossa ideia é de produtos frescos, feitos todos os dias, nada de conservante, nada de corante. Por exemplo, nosso molho de mostarda e mel é feito com mostarda sem conservantes. E nossa máquina é refrigerada. Todas são refeições frias”, explica Ranieri.

Os dois mantêm uma cozinha em Porto Alegre, onde os produtos são feitos por uma profissional da área. A máquina funciona durante todo o tempo que o shopping fica aberto, até 22h. Os lanches custam R$ 5 ou R$ 7 reais, e as refeições podem ser compradas por R$ 15. Conforme Ranieri, a empresa vende, em média, de 40 a 45 produtos por dia.

Em operação desde o dia 27 de março, a máquina tem feito sucesso por quem está acostumado com a correria diária, mas não quer abrir mão de se alimentar de maneira saudável. Os sócios planejam abrir o negócio em outros pontos, e afirmam que estão buscando sugestões de locais.

“Tem sido bem legal o retorno, tanto pela ideia quanto pelos produtos. É uma coisa que a gente prezou muito. O feedback é bom. Tanto pelo gosto do produto quanto pela conservação”, completa Ranieri.

 

Fonte: G1

Abertura de Empresas, procedimentos e informações para abrir empresa, Porto Alegre RS

Procedimentos e informações para abrir empresa.

Segue algumas informações e procedimentos importantes, para os que desejam abrir uma empresa, seja em Porto Alegre/RS ou qualquer outra cidade no Brasil.

Importante salientar a procura por profissionais, pois exatamente na abertura da empresa se definará a sua natureza jurídica, enquadramento e tributação.

Principais forma de tributação, atual.

Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

“Informar o montante do faturamento estimado para os próximos 12 meses e a atividade da empresa, será importante para identificar a forma de tributação e o porte da empresa.”

 

-Informações e procedimentos

– Consulta na Secretaria de Planejamento da Prefeitura de sua cidade, verificando se na localização da futura empresa é permitido a atividade pretendida;

Nota: Não será necessário quando a empresa não prestar a atividade na sua localização. Sendo seu endereço apenas como ponto de referência.

– Consulta de “até 3 nomes” na Junta Comercial do Estado;

– A empresa sendo sociedade civil (prestadora de serviços), o contrato deverá ser registrado em um Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas;

Nomes fantasia – Não há necessidade da consulta, pois não existe controle;

“Cuidar para não escolher nomes com marca registrada”

– Comprovante de endereço da sede da futura empresa;

– Capital social investido na empresa, forma e prazo de integralização (bens, moeda corrente, etc…), participação de cada sócio;

– Definir representação da sociedade, como, individualmente ou conjuntamente com todos os sócios bem como os sócios que exercerão a funções de administradores da sociedade;

 

 

Documentos e dados iniciais necessários

– Cópia autenticada do RG e CPF de todos os sócios;

– Comprovante residencial de todos os sócios (conta de água, luz ou telefone);

– Comprovante de endereço da sede da futura empresa;

– Dados pessoais dos sócios (nacionalidade, estado civil, profissão);

– Demais documentos (Verificar conforme o perfil da empresa);

Empresa com sócio(a) estrangeiro(a) pessoa física / jurídica

– Sócio estrangeiro deverá nomear procuração residente no Brasil, com poderes para receber notificações, citações e intimações dos poderes públicos;

– O capital a ser integralizado na empresa deverá ser enviado do país de origem para o Brasil, através de instituições financeiras, com fechamento de cambio;

– Registrar o capital investido junto ao Banco Central do Brasil, como investimento em participação societária, no prazo de 30 dias a contar do fechamento do cambio;

Documentos com visto do Consulado Brasileiro no exterior

– Certidão de vida e residência fornecida por autoridade estrangeira;

– Documentos de identificação e registros do(a) sócio(a) estrangeiro(a), também deverão ser autenticados por escrivão com visto do Consulado;

Observar

Receita Federal – pendências de empresas não baixadas, falta de entrega de declaração de imposto de renda Pessoa Física, atualização ou recadastramento de CPF;

Receita Estadual – pendência de empresas não baixadas, dividas com ICMS ou IPVA de veículos de sua propriedade ou de empresas das quais faz parte como sócios;

Prefeitura Municipal, pendências com empresas não baixadas, ou dívidas de IPTU de imóveis de sua propriedade, e de empresas das quais faz parte como sócios;

 

5 pontos em que seu contador pode ajudar na gestão

Contadores são peça fundamental para as decisões estratégicas de sua empresa

O contador é uma figura fundamental para o crescimento saudável de qualquer empresa. Porém, esse profissional é extremamente subutilizado pelas MPEs. Muitos empresários o vêem apenas como “o cara que cuida dos impostos”, e o responsável por cuidar da “papelada” da empresa.  Se esquecem que, do outro lado, existe um profissional capacitado, que tem informações para conhecer a fundo os aspectos financeiros do negócio. O contador pode ser um grande consultor para os empreendedores em seus desafios diários de gestão.  Veja a seguir cinco pontos em que o contador pode ajudar (e muito!) na gestão da sua pequena empresa.

1. Visão estratégica
Contadores são peça fundamental para as decisões estratégicas de sua empresa mesmo antes da abertura. Conhecem a fundo os aspectos financeiros das companhias e atendem negócios que atuam em diferentes mercados – e por isso, conseguem ter uma visão aguçada para auxiliar desde a abertura da empresa até a contratação de mão de obra.

2. Legislação
Lidar com a burocracia fiscal e tributária está entre suas especialidades. Com as constantes mudanças na legislação, é importante ter um contador de confiança controlando regularmente a emissão de notas e compras exatamente como pede a lei.

3. Administração das finanças
Veja seu contador como a melhor pessoa para conversar sobre as finanças de sua empresa. Fluxo de caixa, nível de custos e rentabilidade são alguns dos temas sobre os quais ele pode fazer uma análise detalhada e apresentar diversas sugestões de melhorias que podem mudar sua empresa.

4. Impostos
Ninguém escapa de pagar impostos e os profissionais de contabilidade têm participação decisiva nesse processo junto às empresas. Eles ajudam a identificar qual o tipo de declaração adequado para cada negócio e auxiliam na organização da documentação necessária para cumprir com as obrigações tributárias. Ao deixar os aspectos tributários regularizados, evitam uma serie de problemas futuros com o fisco.

5. Planejamento Tributário
Auxiliar na manutenção do planejamento tributário é outra função do contador, que reúne uma base de dados regulares e confiáveis para o planejamento fiscal da empresa. Sempre o consulte para saber a melhor maneira de realizar esse planejamento.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

ECF-Escrituração Contábil Fiscal (Sped Contábil Fiscal) Empresas Lucro Presumido

SUMÁRIO:

 

  • 2. Dispensa de Envio da ECF
  • 3. Prazo para Envio da ECF

 

1. Obrigatoriedade de Envio da ECF

Conforme determina a Instrução Normativa RFB 1.422, de 19 de Dezembro de 2013, publicada no DOU de 20.12.2013 (IN RFB 1.489 de 13/08/2014), a partir do ano-calendário de 2014, todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, tributadas com base no Lucro Real, Presumido, Arbitrado e as *Entidades Imunes e Isentas*, deverão apresentar a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) de forma centralizada pela matriz.

2. Dispensa de Envio da ECF

A obrigatoriedade de envio da ECF não se aplica:
i) às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar 123, de 14 de dezembro de 2006;
ii) aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; e
iii) às pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB 1.306, de dezembro/2012.
IV – às pessoas jurídicas imunes e isentas que, em relação aos fatos ocorridos no ano-calendário, não tenham sido obrigadas à apresentação da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita (EFD-Contribuições), nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1º de março de 2012. (…estão obrigadas a enviar a EFD-Contribuições às pessoas jurídicas imunes e isentas do IRPJ, cuja soma dos valores mensais das contribuições objeto de escrituração seja superior a R$ 10.000,00)

3. Prazo para Envio da ECF

A ECF deverá ser transmitida anualmente ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) até o último dia útil do mês de SETEMBRO do ano seguinte ao ano-calendário relativo as informações.
Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECF deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras, até o último dia útil do mês subsequente ao do evento.
A obrigatoriedade de entrega da ECF não se aplica à incorporadora, nos casos em que as pessoas jurídicas, incorporadora e incorporada, estejam sob o mesmo controle societário desde o ano-calendário anterior ao do evento.
Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, ocorrido de JANEIRO a AGOSTO do ano-calendário, o prazo de entrega da ECF será até o último dia útil do mês de SETEMBRO do próprio ano desses eventos, mesmo prazo da ECF para situações normais relativas ao ano-calendário anterior.
O prazo para entrega da ECF será encerrado às 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de Brasília, do último dia fixado para entrega.

Fonte: Lefisc

“Profissionais liberais – Identificação CPF clientes”

O objetivo da Receita Federal é evitar a retenção em malha de declarantes que preenchem o documento de forma correta.

Muitos profissionais liberais simplesmente lançam ao final do ano um total mensal dos valores que receberam de seus clientes.

A partir de 01-01-2015 de acordo com a Instrução Normativa nº 1.531, será necessário a identificação do CPF nestes valores recebidos.

O sistema do Carne Leão já vem com esta mudança.

Mas é muito importante os profissionais liberais, ficarem atentos desde já. Pois agora é a hora da decisão.

Em alguns casos, pode ser vantajoso constituir uma empresa e tributar estes rendimentos como pessoa jurídica,, inclusive com contabilidade e distribuir o Lucro isento.

Profissional liberal terá que informar clientes a partir de 1 de janeiro de 2015.

7 passos para Abrir Minha Empresa

1. Definição do Tipo de Empresa

1.1) Empresário (Individual)

Empresário: é a pessoa que trabalha no comércio ou com serviços não intelectuais, ou seja, que não dependam de graduação superior para seu desempenho. É a antiga Firma Individual, e o seu registro é realizado na Junta Comercial.

1.2) Sociedade Empresária Limitada

Sociedade Empresária Ltda.: é a sociedade que possua dois ou mais sócios e que trabalha no comércio ou com serviços não intelectuais.

1.3) Sociedade Simples Limitada

Sociedade Simples Ltda.: é a sociedade que possua dois ou mais sócios e que trabalha com atividades intelectuais, ou seja, de natureza científica, literária ou artística.

2. Tipos de Participação

2.1) Sócio-administrador

O sócio-administrador é aquele que efetivamente desempenha funções dentro da empresa e é responsável pela administração da mesma. Recebe ‘pró-labore’, assina e responde legalmente pela Pessoa Jurídica (empresa). Todos os sócios podem ser administradores ou não. No caso de nenhum dos sócios desempenharem esta função, um terceiro deverá ser nomeado Administrador, sendo que o Contrato Social deverá prever esta situação.

2.2) Sócio-quotista

Este tipo de sócio não trabalha na empresa, não retira ‘pró-labore’, mas participa de lucros e prejuízos do negócio e responde pelos atos da Pessoa Jurídica, em solidariedade com os outros sócios.

3. Situação do titular ou do(s) sócio(s)

3.1) Funcionário Público

Na maioria dos casos, o funcionário público está impedido pelo seu Estatuto de Servidor de ser sócio-administrador ou titular de firma do tipo Empresário. Geralmente, ele poderá ser somente sócio-quotista. Para saber desta possibilidade, é necessário consultar a entidade para qual trabalha.

3.2) Aposentado por invalidez

O aposentado por invalidez não pode ser sócio-administrador de uma empresa ou titular de empresa individual (Empresário), apenas sócio-quotista.

3.3) Participação em outra empresa

Não é vedada a participação de uma pessoa em mais de uma empresa, mas existem implicações para fins tributários (Simples Nacional). Para tanto, verificar art. 3º da LC 123/06. O que é vedado é uma pessoa ter duas empresas do tipo Empresário em seu nome.

4. Nomes

4.1) Nome Fantasia

Este nome é o nome inventado para a empresa e é por este nome que a empresa será conhecida no mercado. O nome fantasia serve também para identificar e distinguir seus produtos e serviços de outros já existentes no mercado. Pode ser também uma marca, devidamente registrada e protegida no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Para verificar se o nome que você quer utilizar não está sendo utilizado por outra empresa, pesquise a base de marcas no site do INPI.

4.2) Nome Empresarial

No caso de Empresário Individual, será adotado o nome civil do titular. Esse nome pode ser por extenso ou abreviado, não podendo abreviar o último sobrenome, nem excluir qualquer dos componentes do nome. Não constituem sobrenome: Filho, Júnior, Neto, Sobrinho etc. Caso o empresário possua um nome bastante comum, poderá utilizar uma partícula que o diferencie, como um apelido ou a definição da atividade. Ex: José Carlos do Nascimento; J. C. do Nascimento; José Carlos do Nascimento – Bar.

No caso de Sociedade Empresária Ltda, o nome empresarial é constituído por uma Razão Social ou por uma Denominação Social. A Razão Social é o nome civil completo ou abreviado de um dos sócios, acrescido de “& companhia”, ou “& CIA”, para indicar a existência de outros sócios, além da palavra “limitada”, por extenso ou abreviada. Pode também ser composta pelo sobrenome de mais de um dos sócios. Ex: Antonio Ribas de Oliveira & Cia. Ltda.; Oliveira & Cia. Ltda.;Oliveira & Irmãos Ltda.;Oliveira, Murici & Santos Ltda. Já a Denominação Social é composta por uma expressão de fantasia ou termo criado pelos sócios, pelo objetivo social da empresa (atividade) acrescido ao final a palavra “limitada”, abreviada ou por extenso. Ex: Beta Mercearia Ltda.; Lancheria Alfa Ltda.; Antonio Oliveira Padaria Ltda. Lembramos que o nome empresarial não pode incluir ou reproduzir sigla ou denominação de órgão público da administração direta, federal, estadual ou municipal, bem como de organismos internacionais.

No caso de Sociedade Simples, o nome deve utilizar os mesmos princípios da Sociedade Empresária Ltda. para a sua formação, podendo ser Razão ou Denominação Social, mas devendo incluir a expressão Sociedade Simples ou S/S antes da expressão LTDA. Ex: Psico Serviços de Psicologia Sociedade Simples LTDA.;Serviços de Psicologia Psico S/S Ltda.; Lima & Silva S/S Ltda.

5. Capital Social

O capital social é a primeira fonte de recursos da empresa em moeda corrente. É o valor que a empresa utilizou para iniciar suas atividades e enfrentar suas primeiras despesas, como compra de equipamentos, matéria-prima, instalações, divulgação etc.

6. Atividades

Uma empresa pode ter tantas atividades quantas quiser. Alguns setores, como por exemplo, os serviços de turismo, não podem trabalhar com mais de um ramo de atividade. Tudo depende da legislação específica existente. Assim, é necessário especificar exatamente quais atividades serão desenvolvidas por sua empresa. Os ramos de atividades são:

Indústria:

Empresas que trabalham com a produção de bens

Comércio Atacadista:

Empresa que trabalha com venda de mercadorias, para empresas que revenderão os produtos.

Comércio Varejista:

Empresa que trabalha com venda de mercadorias diretamente ao consumidor final

Prestação de Serviços:

São empresas que prestam serviços, tanto para pessoas físicas, quanto jurídicas. As atividades da empresa são definidas pelo CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica). Estes códigos podem ser definidos e consultados na página de Internet:
www.cnae.ibge.gov.br

7. Cópias de Documentos

7.1) Cópia autenticada do RG e CPF do titular, no caso de Empresário Individual, ou do(s) sócio(s)–administrador(es), em caso de Sociedade.

Também são aceitas cópias de documentos de conselhos profissionais e carteiras de habilitação. Autenticada significa que a cópia do documento deve ter o reconhecimento de algum cartório ou tabelionato.

7.2) Cópia do comprovante de endereço da empresa
Este documento será utilizado para a emissão do Alvará de Funcionamento.

Existem basicamente dois tipos de alvarás:

  1.  Alvará de Localização – é aquele onde a empresa realmente funcionará, como por exemplo, uma loja, e:
  2.  Alvará de Ponto de Referência – é aquele onde a empresa utilizará o endereço residencial de um dos sócios ou do titular da empresa individual, apenas como ponto de referência. Este tipo de alvará é freqüentemente utilizado por empresas prestadoras de serviço. Importante: o Ponto de Referência serve apenas para recebimento de cartas ou telefonemas, não poderá haver atividades da empresa no endereço. Como comprovante de endereço são aceitas contas de luz, água, IPTU, telefone, contrato de locação do imóvel, dentre outras.

Fonte: Sebrae RS

Número de abertura de empresas cresce em Macaé, no RJ

Segundo especialistas, um dos motivos é o setor do petróleo. De janeiro a junho deste, 721 empresas foram abertas na cidade. Macaé, na Região dos Lagos do Rio, ocupa o primeiro lugar na lista das cidades que mais criam novas empresas.

No primeiro semestre deste ano, foram cem a mais em comparação com o mesmo período de 2012. Segundo especialistas, um dos motivos é o setor do petróleo. Agora, com a Delegacia da Junta Comercial do Estado no município, abrir o próprio negócio ficou ainda mais rápido. Facilidade que tem motivado os novos empreendedores. Mesmo com a atividade econômica fraca em todo o país e a inflação acelerada no primeiro semestre, os micro e pequenos empreendedores de Macaé continuam confiantes para abrir o próprio negócio.

Nos seis primeiros meses deste ano, foram abertas na cidade 113 empresas a mais que no mesmo período do ano passado. De janeiro a junho do ano passado, 608 empresas foram abertas na cidade. Este ano, o número subiu para 721, a maior parte no setor de serviços, que lidera com 48%, seguido do comércio com 37,7%, indústria com 12,5% agronegócio com 1,8%. Dados do Ministério do Trabalho mostram que nos últimos dez anos Macaé cresceu 56%. Bem acima da média estadual neste mesmo período, que foi de 11% e da nacional, de 12%. 97% dos novos empreendimentos abertos na cidade são de micro ou pequenos empresários. A junta comercial fica na Avenida Rui Barbosa, 270, no centro de Macaé.

As melhores cidades brasileiras para abrir um negócio

Cidades empreendedoras

São Paulo – O ambiente empreendedor brasileiro ainda sofre com burocracias e impostos altos. Hoje, apenas 35 mil das 5 milhões de empresas existentes são consideradas de alto impacto, ou seja, capazes de mudar de forma radical seus mercados e crescer bem acima da média.

Para estimular mais negócios a terem este perfil, a Endeavor, que apoia empresas de alto impacto, criou o Índice de Cidades Empreendedoras, divulgado em primeira mão pela edição da revista Exame que chegou às bancas na última semana.

Ambiente regulatório, infraestrutura, mercado, acesso a capital, inovação, capital humano e cultura foram os pilares que nortearam a escolha das melhores cidades para empreendedores. No total, quase 50 indicadores dentro destes pilares foram usados no cálculo.

Nesta edição, entraram no ranking apenas capitais. Florianópolis lidera a lista, com a melhor nota. Recife, Fortaleza e Salvador estão entre as piores cidades para quem pensa em abrir um negócio. Veja o ranking completo nas fotos acima, com notas que vão de zero a 10.

 

Receita Federal normatiza IR e contribuição sobre lucro de empresas

A Receita Federal publicou nesta quarta-feira, 26, no Diário Oficial da União (DOU) instrução normativa sobre o pagamento do Imposto de Renda (IR) e da contribuição social sobre o lucro líquido das empresas. A regulamentação vale inclusive para empresas equiparadas e sociedades cooperativas. A instrução também dispõe sobre as mudanças relativas a PIS/Pasep e Cofins previstas na Lei 12.973/2014, a Lei das Coligadas, sancionada em maio deste ano.

Segundo o texto, o IR e a contribuição social sobre o lucro líquido das empresas será devido à medida que os rendimentos, ganhos e lucros forem auferidos. A base de cálculo do imposto sobre a renda será determinada através de períodos de apuração trimestrais, encerrados nos dias 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário.

A norma ainda esclarece que a base de cálculo do imposto sobre a renda será determinada com base no lucro real, presumido ou arbitrado. A parcela do lucro real, presumido ou arbitrado que exceder o valorresultante da multiplicação de R$ 20 mil pelo número de meses do respectivo período de apuração, sujeita-se à incidência de adicional de imposto sobre a renda à alíquota de 10%. O valor do adicional será recolhido integralmente, não sendo permitidas quaisquer deduções. As empresas que optarem pelo pagamento do imposto por estimativa, previsto nos artigos 4º a 10 da Lei das Coligadas, deverão apurar o lucro real em 31 de dezembro de cada ano.